A origem…

Em 2019, quatro amigos estreitaram ainda mais os laços que já os uniam quando participaram numa missão humanitária em São Tomé e Príncipe, com o projeto “Abraçar o Mundo”. Depois de 15 dias intensos no terreno, sonharam ficar para sempre ligados ao território e àquelas pessoas. À distância foram mantendo ligações e tentando ajudar como podiam. Sabiam que, sozinhos, seria impossível dar vida à Gongô, mas foram-se rodeando das pessoas certas e, em 2022, deram-lhe vida. Nascia a primeira associação humanitária da Mealhada para apoiar os PALOP.

Ana Paula Gradim, Cristiana Midões, Miguel Midões, e Suzana Soares estão na génese desta bonita associação, da qual são sócios fundadores, mas abriram o projeto ao mundo, que tem hoje já mais de 150 associados de todo o país.

Missão Gongô

  1. Criar e dinamizar actividades de apoio e intervenção social, focadas no apoio aos mais desfavorecidos, em Portugal e no estrangeiro,nomeadamente junto de grupos de cidadãos portugueses em dificuldades no território nacional, comunidades estrangeiras residentes em Portugal e junto de populações em outros países ou regiões em situação de pobreza e subdesenvolvimento, nomeadamente através das seguintes acções:
    a. Voluntariado nacional e internacional de cariz humanitário e
    educativo de jovens e adultos a fim de melhorar as suas
    condições de vida em áreas como a saúde, educação e
    segurança, garantindo a dignidade de acordo com os direitos
    humanos;
    b. Apoio à busca por residência e trabalho para imigrantes e refugiados em território nacional, promovendo a sua inclusão;
    c. Contactos entre estudantes dos Países Africanos de Língua
    Oficial Portuguesa (PALOP) e potenciais famílias de acolhimento
    para que estes tenham residência digna e apoio familiar na sua
    estadia.
  1. Estabelecer colaborações com outras associações ou instituições que trabalham com estas populações carenciadas, num processo de entreajuda.
  2. Criação e desenvolvimento de projectos educativos e de formação junto das comunidades referidas nos números anteriores.
  3. Criação de projectos de ajuda humanitária que possibilitem a chegada de bens e serviços às populações carenciadas, nomeadamente alimentação, cuidados de saúde e infra-estruturas às populações que dela necessitem, em Portugal ou no estrangeiro.
  4. Criação e desenvolvimento de projectos culturais, de âmbito ambiental e de intercâmbio, que possibilitem o apoio à receção de cuidados de saúde, alimentação e infra-estruturas às populações que delas necessitem.

Organização de eventos de carácter cultural, cívico e social, com vista à
angariação de fundos e patrocínios, que permitam a execução dos
objectivos supra mencionados.